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O Direito e a Ressurreição Digital

O Direito e a Ressurreição Digital

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A vida após a morte sempre foi uma preocupação para os seres humanos. Além das perguntas básicas sobre a existência ou não de algo além da vida, a ideia de derrotar a morte e voltar à vida é algo que permeia o imaginário humano. Pilar de uma das maiores crenças existentes, a ressurreição é frequentemente apresentada em obras, seja na literatura, cinema, música ou pinturas como uma forma de evidenciar a conquista desse personagem sobre a morte e, por consequência, a sua importância.
 
A ressurreição digital surge na indústria do entretenimento como uma forma de apresentar essa conquista sobre a morte ao grande público, afinal se antes a morte era o fim da carreira de determinada celebridade, a ressurreição digital surge como a possibilidade de estender essa carreira por tempo indeterminado, trazendo novas oportunidades para os gestores do legado dos recriados, conseguindo transcender as barreiras do espaço e tempo, sendo um verdadeiro marco histórico para a humanidade. Contudo, como é de costume ocorrer com novas tecnologias, esses processos geram novas dúvidas e preocupações sobre a sua utilização e as consequências que isso pode trazer para o recriado e para a sociedade.
 
Se antes a ressurreição digital era apenas uma forma de estender a carreira de artistas falecidos, com o desenvolvimento da tecnologia e sua rápida expansão no mercado foi possibilitado às pessoas comuns a oportunidade de conversar com inteligências artificiais que emulam aqueles entes queridos que já faleceram. Nesse contexto, considerando a disseminação da ressurreição digital, tanto na indústria do entretenimento quanto no convívio diário das pessoas é que a presente obra assume o importante papel de trazer à tona algumas das discussões sobre as controversas que surgiram, e que ainda poderão surgir, quando se debate a ressurreição digital e as possíveis implicações que ela pode trazer. Para cumprir com esse objetivo, a presente obra olha para a ressurreição digital de forma multidisciplinar, tanto dentro quanto fora do direito, para possibilitar ao leitor uma visão ampla sobre os diferentes aspectos que circulam a ressurreição digital e seus reflexos.

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    SUMÁRIO


    1. A UTILIZAÇÃO DE DADOS DE PESSOAS FALECIDAS EM PROJETOS DE RESSURREIÇÃO DIGITAL FEITA POR INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL SOB A PERSPECTIVA DA LGPD 
    1.1 Introdução
    1.2 Dos palcos aos lares
    1.3 O tratamento após a morte em outros países
    1.4 A lgpd, proteção de dados post mortem e a ressurreição digital
    1.5 Referências


    2. REFLEXÕES INICIAIS SOBRE A IDENTIDADE PESSOAL NA RESSURREIÇÃO DIGITAL 
    2.1 Introdução
    2.2 Adeus ao corpo por David Le Breton
    2.3 A ressurreição digital a partir da patente US 10,853,717 B2 da Microsoft
    2.4 Ressurreição digital e identidade pessoal
    2.5 Considerações finais
    2.6 Referências bibliográficas


    3. RESSURREIÇÃO DIGITAL E A FUNÇÃO DO PROCESSO DE LUTO 
    3.1 Referências


    4. RESSURREIÇÃO DIGITAL, PUBLICIDADE E REGULAÇÃO 
    4.1 Introdução
    4.2. Publicidade paga
    4.2.1 Marketing e publicidade
    4.2.2 Publicidade paga
    4.2.2.1. Plataformas virtuais gratuitas para utilização
    4.2.2.2 Plataformas virtuais pagas para utilização
    4.3. Veiculação de publicidade e normas
    4.3.1. A legislação
    4.3.2. Autorregulamentação
    4.4. Considerações finais
    4.5. Referências


    5. INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
    5.1 Introdução
    5.2 Inovação no manual de Oslo
    5.3 Inovação para schumpeter
    5.4 A ressurreição digital enquanto inovação tecnológica
    5.5 Referências bibliográficas


    6. MAPEAMENTO TECNOLÓGICO-PATENTÁRIO DE TECNOLOGIAS PARA O ASSESSORAMENTO À RESSURREIÇÃO DIGITAL (TANATOTECNOLOGIA E IMORTALIDADE DIGITAL)
    6.1 Introdução
    6.2 Entretenimento: ressurreição digital e patentes
    6.3 Patentes: trajetórias e tendências tecnológicas
    6.4 Métodos de recuperação de documentos patentários
    6.5 Metodologia empregada no presente estudo
    6.6 Resultados obtidos e discussão
    6.7 Conclusão
    6.8 Referencias bibliográficas


    7. A RESSURREIÇÃO DIGITAL COMO NOVA PERCEPÇÃO DE RISCO 
    7.1 Introdução
    7.2. Ressurreição digital
    7.3. Deepfakes
    7.4 A sociedade de risco e o bem jurídico tutelado nos crimes de perigo abstrato
    7.5 A ressurreição digital como nova percepção de risco
    7.6 Considerações finais
    7.7 Referências


    8. DEEPFAKES E A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIA BLOCKCHAIN PARA VERIFICAÇÃO DE AUTENTICIDADE DE ARQUIVOS DIGITAIS 
    8.1 Introdução: o que são deepfakes
    8.2 As consequências do mau uso da tecnologia do deepfake
    8.3 Considerações finais
    8.4 Referências bibliográficas


    9. RESSURREIÇÃO DIGITAL, COAUTORIA E OBRAS DERIVADAS 
    9.1 Introdução
    9.2 Ressurreição digital
    9.3 Coautoria
    9.4 Obras derivadas
    9.5 Conclusão
    9.6 Referências


    10. A PROBLEMÁTICA DA RESSURREIÇÃO DIGITAL NO ORDENAMENTO BRASILEIRO E AS POSSÍVEIS SOLUÇÕES CONTIDAS NA COMMON LAW
    10.1 Introdução
    10.2 O desafio da ressurreição digital sob a perspectiva do Direito Brasileiro 
    10.3 Uma breve diferenciação entre os sistemas jurídicos
    10.4 O passing off
    10.5 O right of publicity
    10.6 Soluções para o Brasil?
    10.7 Considerações finais
    10.8 Referencial


    11. PROTEGENDO OS RESSUSCITADOS: MARCAS E SUAS PECULIARIDADES
    11.1 Introdução
    11.2 Marcas
    11.2.1 Definição e características
    11.2.2 Formas de apresentação da marca
    11.2.3 Das marcas holográficas, de movimento e multimídia
    11.2.4 Proteção de hologramas e de marcas de movimento no Brasil 
    11.2.5 Proteção marcária
    11.3 Das celebridades como marca
    11.4. Ressuscitando celebridades: Estados Unidos x Brasil
    11.5 A proteção dos ressuscitados como marcas
    11.6 Conclusão
    11.7 Referências bibliográficas


    12. RESSURREIÇÃO DIGITAL E DOMÍNIO PÚBLICO
    12.1 Introdução
    12.2 Ressurreição digital
    12.3 Direitos autorais e conexos
    12.4 Domínio público
    12.5 Da execução de projetos de ressurreição digital mediante utilização de obras em domínio
    12.6 Conclusão
    12.7 Referências


    13. O NOVO PARADIGMA DA (ONI)PRESENÇA DE ARTISTAS VIVOS:
    REFLEXÕES SOBRE A RESSURREIÇÃO DIGITAL A PARTIR DE NO ÇÕES DE ANÁLISE ECONÔMICA

    13.1 Introdução
    13.2 Noções de análise econômica aplicáveis à concepção de produtos de entretenimento de massa pela indústria cultural
    13.3 Repercussões para a relação entre indústria cultural e artista intérprete
    13.4 Repercussões para a relação entre o público e a indústria cultural 
    13.5 Conclusão
    13.6 Referencial bibliográfico


    14. A RESSURREIÇÃO DIGITAL SOB A PERSPECTIVA DA RESSURREIÇÃO NA CULTURA JUDAICO CRISTÃ
    14.1 Introdução
    14.2 A vida após a morte na cultura judaica
    14.3 A vida após a morte no cristianismo
    14.4 A ressurreição digital sob a perspectiva da ressurreição na cultura judaico cristã
    14.5 Referências

    bibliográficas